
VAR confirmou golos do Sporting e o jogo ficou marcado por várias advertências e uma expulsão polémica. Para apostadores: maior probabilidade de muitos cartões e decisões VAR decisivas — considerar mercados como "Mais de 3.5 cartões" ou apostas em golos confirmados/ambas marcam, dado o papel interventivo da arbitragem.
Relatório do árbitro: análise minuto a minuto
No minuto 35, o golo leonino apontado por Luís Suárez foi validado após análise: na construção pelo corredor esquerdo, Morten Hjulmand serviu Maxi Araújo, que partiu de posição legal (1,29 m). Decisão do assistente confirmada pelo VAR.
Aos 45', o árbitro concedeu apenas um minuto de compensação, justificando-se pelo tempo perdido na celebração e reinício após o golo.
Aos 48', Ivan Barbero finalizou uma jogada que iniciou ao recuperar a bola legalmente a Hjulmand. Após verificação pelo VAR, o golo foi considerado legal.
Faltas e cartões: tendência disciplinar clara
Aos 64', João Simões falha a entrada na bola e acerta na coxa esquerda de Taichi Fukui; entrada negligente sancionada com cartão amarelo — decisão correta segundo o relatório.
Aos 76', Arruabarrena, guarda-redes do Arouca, foi admoestado por demorar excessivamente na reposição de bola no seu próprio alcance, recebendo cartão amarelo.
Aos 82', na área do Sporting, disputa entre Zeno Debast e Alfonso Trezza com contacto lateral; o defesa belga chega primeiro à bola e não comete falta.
Aos 84', Nais Djouahra recebeu cartão amarelo por esticar a perna e acertar no pé direito de Iván Fresneda — falta negligente e bem sancionada.
Aos 87', houve entendimento de que faltou amarelo a Morita, que, ao disputar a bola no ar, acertou com o braço na cabeça de Tiago Esgaio de forma negligente.
Aos 88', Javier Sanches viu cartão amarelo por demorar na reposição da bola — perda de tempo evidente.
Aos 90', Luís Suárez recebeu amarelo por pontapear a bola já com o jogo interrompido, comportamento antidesportivo corretamente sancionado.
Tempo de compensação e golo decisivo
Foram concedidos cinco minutos de compensação devido a cinco substituições (oito jogadores entraram) e aos cinco cartões amarelos mostrados na segunda parte.
No minuto 90+6', o segundo golo do Sporting foi analisado em três pontos: cruzamento sem jogadores leoninos em posição irregular; contacto no salto entre Luís Suárez e Tiago Esgaio sem infração; e, no momento do golo, contacto apenas com o ombro, sem intervenção de braço — golo validado.
Incidentes finais e expulsões
Aos 90+7', Morten Hjulmand viu cartão amarelo e, após a admoestação, insistiu no protesto junto do árbitro ao apontar e agarrar a braçadeira, atitude considerada exagerada e indevida. O relatório sublinha que os direitos dos capitães devem ser exercidos dentro dos limites da lei.
Também aos 90+7', subsiste dúvida sobre o motivo da expulsão de Matheus Reis; na ausência de imagens de conduta violenta, presume-se que tenha sido por palavras injuriosas, ofensivas ou grosseiras — apenas o relatório do árbitro poderá esclarecer.
No mesmo período, Rui Silva recebeu cartão amarelo por conduta antidesportiva no meio da confusão após o golo. Aos 90+8', Matias Rocha, já fora do terreno, foi expulso com vermelho direto, muito provavelmente por palavras injuriosas.
Oficiais de partida e nota final
Árbitro: Hélder Carvalho (A.F. Santarém) – 32 anos Árbitros assistentes: José Mira e Alexandre Ferreira 4.º árbitro: Pedro Ramalho VAR: Manuel Mota AVAR: Paulo Miranda
NOTA DO ÁRBITRO: 7
Impacto para equipas e mercados de apostas
A partida evidencia um papel interventivo do VAR e uma arbitragem disciplinarmente rigorosa, com múltiplos amarelos e expulsões. Para equipas, isto pode significar atenção tática a lances de bola parada e gestão de protestos. Para o mercado de apostas, jogos com perfil semelhante tendem a favorecer mercados ligados a cartões e a validação de golos pelo VAR.
A Bola



