
Em entrevista ao Podpah, Gabigol afirmou que prefere o protagonismo no Brasil a ser coadjuvante em ligas europeias; confira outros craques que voltaram para brilhar.
A obsessão pela Europa tem sido, por décadas, o norte de muitos jogadores brasileiros. No entanto, o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, reacendeu o debate sobre a real necessidade de atuar no exterior ao declarar, no podcast Podpah, que não trocaria o Brasil para jogar em clubes de médio escalão lá fora. Segundo o craque, não faria sentido sair do país para atuar, por exemplo, no "10º colocado do Campeonato Inglês". Assim como Gabriel, diversas outras estrelas amargaram passagens discretas no Velho Continente, mas reencontraram a felicidade e o sucesso absoluto nos gramados tupiniquins.
A Nova Mentalidade: Protagonismo vs. Status
Gabigol foi enfático ao dizer que o status de jogar na Europa não supera a realização de ser ídolo e disputar títulos de expressão no Brasil. Sua passagem por Inter de Milão e Benfica serviu de lição: o atacante prefere ser a face de uma era vitoriosa em solo nacional do que apenas mais um nome em uma liga estrangeira de menor relevância competitiva.
1. Renato Gaúcho:

Foto: Divulgação
Um dos maiores ídolos do Grêmio, Flamengo, Cruzeiro e Fluminense, Renato teve uma passagem curta, apagada e constrangedora pela Roma (Itália) em 1988/89. Com dificuldades de adaptação ao esquema tático rígido e problemas de relacionamento, ele não rendeu o esperado.
O Retorno: Ao voltar para o Brasil, assim como Gabriel, escolheu o Rubro-Negro carioca e se consolidou como um dos melhores atacantes do país por mais de uma década, conquistando títulos históricos.
2. Paulo Henrique Ganso:
Foto: Ruano Carneiro/Getty Images / Divulgação
Ganso trocou o São Paulo pelo Sevilla (Espanha) não deu certo e tentou a sorte na França no modesto Amiens. Sob grande expectativa, mas a intensidade física do futebol europeu moderno foi um obstáculo para seu estilo cerebral.
O Retorno: No Fluminense, sob a batuta de Fernando Diniz, o "Maestro" reencontrou sua melhor forma, sendo peça-chave na conquista da inédita Libertadores de 2023.
3. Diego Ribas:

foto: divulgação (instagram/@diegoribas10)
Apesar de bons momentos no Werder Bremen, Diego nunca conseguiu se firmar como a estrela que prometia ser quando surgiu no Santos, ao lado de Robinho. Passou também pela Juventus e teve boa passagem pelo Atlético de Madrid.
O Retorno: Em 2016, vestiu a camisa do Flamengo e se tornou o capitão e ídolo de uma das eras mais vitoriosas do clube, empilhando troféus e encerrando a carreira como ídolo absoluto.
4. Pedro:

Foto: Gabriele Maltinti/Getty Images/Instagram@pedroguilherme
O atual centroavante rubro-negro teve uma passagem relâmpago e sem gols pela Fiorentina. O que parecia um baque precoce na carreira transformou-se em motivação.
O Retorno: De volta ao Brasil, tornou-se um dos finalizadores mais letais do continente, conquistando o prêmio de "Rei da América" e garantindo vaga na Copa do Mundo de 2022.
5. Túlio Maravilha:

Foto: Divulgação
Artilheiro e ídolo do Goiás no final dos anos 80 e início de 90, o atacante falastrão foi tentar a sorte no modesto futebol suíço. Em uma liga semiprofissional, Túlio fez o que sabia fazer: gols. Ao todo, foram 24 em duas temporadas em sua passagem pelo Velho Continente, porém ele não conseguiu atrair os olhares dos clubes dos grandes centros.
O Retorno: De volta ao Brasil, Túlio brilhou no Botafogo, sendo campeão e artilheiro do Campeonato Brasileiro em 1995, marcando 23 gols naquela edição e se tornando ídolo absoluto da sua geração de botafoguenses.
Texto redigido por IA
Foto destaque: Gabriel "É Cabuloso" (Instagram/@gabigol)





